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Desço por mim abaixo e…
Não, desta vez não o vou fazer. Deixo passar o baque surdo da hesitação a bater no fundo do último escrúpulo, ignorando-o e dando-lhe a entender que desta vez não lhe dou cobertura, muito menos primazia _ e continuo.
Chega de rebates de consciência retardada, mais do que atrasada, antes pretendendo atrasar-me a custo de cadeados de chumbo em volta do tórax. Ora ainda bem que têm sido um pouco abalados, remexidos talvez mesmo, a ponto de quebrarem nos elos que a ferrugem _ porventura a mais antiga _ mordeu
Poderá acontecer que ainda arraste alguns, pois que os mais recentes elos não quebraram, aderem _ e pesam _ ainda. Não faz mal. O que não me mata faz-me mais forte. Todos os cadáveres de mim que ficaram pelo caminho o atestam: viram-me continuar a avançar.
As fraquezas deram lugar a vontades que, se não são férreas, ainda bem! Pois agora sei que o mais importante é evitar a rigidez.
Flexível na mente, flexível no corpo _ poderei convencer os dois a colaborarem e reforçarem-se? De estratégias se fazem as histórias de quem porfia, mas anda.
Wu Wei aqui, assim ou assado ali…
Assim seja, assim se faça… para o bem de todos nós.
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