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Deixei-me diluir no mar sem nomes; fiz-me esquecida de palavras que pintassem dias de aguarelas por demais desmaiadas.
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Dissolvi as emoções perante os silêncios sem resolução que não as souberam enfrentar...
Despedira o mar, despedira-me do centro da palavra, alma do sentido da realidade sonhada
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Reneguei o sonho na despedida da inocência da ilusão permitida.
Recusei a palavra sentindo-me rejeitada pela graça da entrega ao nome.
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Entreguei-me à recusa de mim em outro... eu recusara a ilusão de outro, dar-lhe assim vida.
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Dissolvi as emoções perante os silêncios sem resolução que não as souberam enfrentar...
Despedira o mar, despedira-me do centro da palavra, alma do sentido da realidade sonhada
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Reneguei o sonho na despedida da inocência da ilusão permitida.
Recusei a palavra sentindo-me rejeitada pela graça da entrega ao nome.
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Entreguei-me à recusa de mim em outro... eu recusara a ilusão de outro, dar-lhe assim vida.
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A palavra não veio e não a chamei; aguardei ainda que me gritasse no centro do corpo, que me garantisse que o sonho continuava a prender-nos ao papel dos dias iluminados pelo despertar na luz dos olhos fechados.
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A inverdade submergiu tudo. A realidade não é transparente, a sua opacidade reafirma a verdade do sonho.
Vou-me sonhar sonhada.
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(30/08/07)"
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A inverdade submergiu tudo. A realidade não é transparente, a sua opacidade reafirma a verdade do sonho.
Vou-me sonhar sonhada.
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(30/08/07)"